Espiar o para-formal na cidade de Salvador

OFICINA 4 – Espiar o para-formal na cidade de Salvador
Responsáveis: Eduardo Rocha, Carolina Mendonça Fernandes de Barros, Ivan Ribeiro Kuhlhoff, Lucas Boeira Bitencourt, Luana Pavan Detoni e Pierre Moreira dos Santos – Grupo Cidade+Contemporaneidade – UFPel

RESUMO:
A oficina tem como ponto de partida o caminhar pela cidade na busca das para-formalidades . O para-formal é um lugar do cruzamento entre o formal (formado) e o informal (em formação), entre o prevísivel e o imprevisível. Tanto podem ser os vendedores ambulantes, feirantes, moradores de rua, artistas do sinal, como qualquer outra situação inusitada, imprevista no espaço urbano legal. Vamos caminhar na busca, errantes, sem rumo, sem ponto de partida ou de chegada fixos. Teremos apenas pontos de encontro, de partida (Largo do Campo Grande) e chegada (Largo São Pedro). Perdidos por dentre um território urbano conhecido e ignorado ao mesmo tempo. Ao caminhar esse corpo (usuário, turista, planejador, etc.) cria mapas, deixa marcas e rastros – cartografias urbanas (DELEUZE, 1995; JEUDY, 2005; JACQUES, 2006) – que podem nos auxiliar a compor um novo universo sobre a cidade do para-formal. Os procedimentos metodológicos dividem-se em dois momentos (dias) – errância (1) e intervenção (2): 1.1- provocação no plano teórico: encontro no lugar de partida e conversa sobre as intenções da oficina; 1.2- errância fotográfica: com câmeras (digitais, celular, etc.) fotografar as para-formalidades encontradas pelo caminho e marcar/anotar os pontos fotografados em mapa (fornecido pelo grupo); 1.3- encontro no lugar de chegada, descarga das imagens. 2.1 – montagem de exposição das imagens da cartografia em monóculos (fornecidos pelo grupo) e confecção de mapa de errância. 2.2- observações dos monóculos e mapa pelos participantes da oficina e comunidade usuária do espaço urbano. 2.3- provocação final: ao espiar os monóculos todos poderão enunciar além-imagem. Ao final da oficina é possível conhecer por meio da relação direta com as “para-formalidades” na cidade, seu potencial cultural e pedagógico, entendendo mesmo que a cidade como poder ser: ensina. Agora é só espiar!

Duração/horários: 23/04 Tarde (15h às 17h)
24/04 Tarde (15h às 17h)

Local e condições: Os participantes devem levar uma câmera fotográfica digital (pode ser celular, etc.) e cabos para descarregar as imagens, no 1º dia de oficina. Os mapas para demarcar o caminho/anotações e os monóculos para a montagem da exposição serão fornecidos pelo grupo.
Região central de Salvador (do Largo do Campo Grande ao Largo de São Pedro).

VAGAS: 16

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